17.7.05

Chocado

Não me interessa se você é ou não fã dos quadrinhos de Frank Miller - e, cá entre nós, você deveria ser. O importante a essa altura dos acontecimentos é que você não perca Sin City quando o filme entrar em circuito, acho que na próxima sexta-feira. Porque, se perder, estará deixando de apreciar a subversão de signos e linguagem mais original da sétima arte desde Dogville - para não mencionar um filme noir como Hollywood desaprendeu a fazer há muito tempo. Eu estou até agora sem muitas palavras para comentar o que presenciei na pré-estréia. É positivamente chocante. Uma obra prima.
Estou embarcando para Brasília nesta segunda pela manhã. Perdoem se isto aqui ficar meio abandonado nos próximos dias: durante toda a semana estarei no olho do furacão, exercitando jornalismo nos corredores do Congresso, nos plenários da CPI. Com um pouco de sorte, alguém por lá me explica a tal zona eleitoral. Com uma dose maior de boa fortuna, talvez me ofereçam uma mala cheia de dinheiro.

14.7.05

Por trás das letras...

...Estive reorganizando meus documentos essa semana, e deparei-me com meu título de eleitor. Diante dos últimos acontecimentos, alguém aí pode me explicar de novo o real significado do termo zona eleitoral?

11.7.05

Um pouco sobre nós e eles

Certa vez um amigo me disse que não gostava de São Paulo porque a cidade não tinha céu nem chão. Ele era um ambientalista ferrenho, por assim dizer. Esta foi a quarta vez que visitei a terra da garoa; a segunda por motivos profissionais, e a primeira na qual tive a chance de circular um pouco mais pela grande metrópole e observar certos hábitos. No cômputo geral, há vantagens e desvantagens na comparação com o Rio. O povo não é antipático como dizem - conheci paulistanos mais solícitos do que muitos cariocas fajutos por aí. A diferença, vai ver, está no fato de que eles se levam mais a sério. A sério demais em alguns momentos, isso é verdade. O serviço e o atendimento são melhores aonde quer que você vá. A conta também é mais alta, talvez por isso. Nós, cariocas, dirigimos melhor. Cara, eles não ligam a seta. Nunca. E o mais curioso: têm uma explicação "racional" para isso! (...) Trânsito 24 horas por dia. Eu pensei que fosse mentirinha, mas não é. Sábado, na madruga, fluxo intenso em uma ampla avenida do centro da cidade. Os taxistas são bem mais simpáticos e falam de política com desenvoltura. Interessante. Os taxímetros, em compensação, são beeemmm mais rápidos. Enfim: deixando de lado o bairrismo, não dá pra falar tão mal. Mudei alguns conceitos sobre Sampa, lugar que achava meio estranho porque o povo cumprimenta só com um beijinho. Mas decolar do Cogonhas continua sendo uma experiência estressante pela proximidade dos prédios, não importa o quanto você goste de voar - e olha que eu gosto muito. E nada bate a visão do Pão de Açúcar pela janela do avião em manobra de pouso no Santos Dumont. Sem dúvida, a melhor parte da viagem.

8.7.05

Na minha vez é foda

Caralho. Em algum lugar no meio da semana, perdi meu sábado e domingo, e estou embarcando para São Paulo. Vou fazer a cobertura da reunião do Diretório Nacional do PT. E não gostei muito da idéia. Seria meu primeiro fim de semana de férias na CAL, respirando um pouco mais aliviado depois de toda a correria do final do curso...
Alguns sinais estão invertidos. E eu não estou gostando nada disso.

5.7.05

Eu não vou salvar sua vida

O desabafo de um jornalista em serviço numa sala de apuração com doze - sim: doze aparelhos telefônicos...
Se um grupo de menores insiste em praticar assaltos e pequenos atos de vandalismo na sua rua, e a polícia não resolve a situação mesmo depois de várias queixas, não sou eu quem vai prendê-los.
Se o vazamento de uma tubulação procovou um buraco no asfalto, do qual litros incalculáveis de água potável jorram em assintoso desperdício, e a Cedae não providencia reparos, apesar das incontáveis queixas dos moradores, eu não sou bombeiro hidráulico.
Se falta luz na sua vizinhança há dias, e a irregularidade no fornecimento de energia está preocupando a todos por questões de segurança, e a Light ou a Ampla - à sua escolha - parecem não dar a mínima, por que eu deveria?
Se os coleguinhas de seu filho estão implicando com ele na escola e a diretoria não toma a atitude óbvia de amarrar os agressores de seu precioso rebento num pau-de-arara e torturá-los com choques elétricos, como recomenda a pedagia de Piaget, não tente a minha paciência. Experimente simplesmente dizer à sua criança que se ela apanhar na rua, vai apanhar em casa de novo.
Se você acha que num relance de clareza onisciente foi capaz de vislumbrar a grande teoria conspiratória por trás do caos político, econômico e social do país, e deseja fazer a denúncia do século, acredite: eu já atendi pelo menos três como você só na última hora.
Se você tem documentos para comprovar a tese da hipótese supramencionada, saiba que eu não aceito cópias.
Se você brigou com seu vizinho e quer fazer saber ao mundo que o filho mais velho dele é metido com drogas, tente o Disque-denúncia.
Se quer informações sobre o resultado da Mega-Sena acumulada, saiba de antemão que as chances de você ter sido o único acertador são menores do que... cara, você não ganhou a Mega-Sena acumulada.
- Ah! Antes que eu esqueça: se você é uma louca maníaco-depressiva que achou minha voz bonita e pensa que por causa disso está apaixonada, e ainda por cima se permite fantasiar sobre a possibilidade de recíproca... vá procurar um homem de carne e osso ou compre um vibrador. Eu sou muito bem comprometido, obrigado.
Finalmente, se você é pobre e acha que é dever do estado suprir absolutamente todas as suas necessidades básicas, mas votou na Rosinha... EU NÃO SOU SIMPÁTICO A VOCÊ OU A SEUS PROBLEMAS. E sim, garçom, o meu é com preconceito, por favor.

4.7.05

Garotos e seus brinquedos

Porque eu demoro a resolver gastar dinheiro comigo mesmo. Mas só de vez em quando, me permito gastos puramente supérfluos e, talvez por isso mesmo, deliciosos... Comprei meu .mp3 player! A compra já estava na cabeça há semanas. Pesquisa daqui, pesquisa de lá, hoje resolvi que não sairia do Centro da cidade sem meu novo brinquedinho. Incompatibilidades de hardware e financeiras aparte, achei um modelo bem bacana, do jeito que eu estava procurando, acompanhado de um softzinho mandrake que faz os 256 mega parecerem 512. Eu já meti para mais de 35 musiquinhas no bicho, e ele insiste em me dizer que não usei nem metade da capacidade de memória disponível, quase em desafio à minha paciência para criar novas listas de execução mirabolantes... Ele que me aguarde. Dinheiro bem gasto é investimento em satisfação pessoal. Isso me deixa feliz.

29.6.05

Ping

Só pra ver se faz eco:
Alôôôôôôuuuu!!! Tem alguém aí?!?!

27.6.05

Bichinhos de Estimação

Depois da dica cinematográfica de Batman Begins, vai aí uma outra pedida, especialmente para a turma dos adultos-que-gostam-de-desenho-animado: não percam Madagascar. É daquelas animações com humor para adultos, e referências a grandes sucessos de Hollywood que as crianças não vão entender. David Schwimmer - com mil diabos, é assim que se escreve o nome do Ross? - está ótimo, e Jada Pinkett Smith - por que eles precisam ter esses nomes?! - também faz um trabalho engraçadíssimo. Dela você vai lembrar se eu disser capitã Niobe, de Matrix Reloaded e Revolutions. É também a esposa do Will Smith. Esse você conhece. Cedric the Entretainer (?!), diratamente de Be Cool, ou O Novo Nome do Jogo, também está hilário. Enfim: vejam o filme. Vale o ingresso. Não é Na Era do Gelo, ou Monstros S.A., mas diverte. E por falar em bichos: estou de tamagoshi novo. A reboque, tomei vergonha na cara e migrei para um plano pós-pago, abandonando os cartões e as recargas de 10 reais por mês que supriam minhas necessidades de telefonia celular desde os idos de 1997. Convenhamos, eu não sou mais um universitário duro. Sou jornalista, e tenho uma imagem a zelar. Continuo duro, mas isso é detalhe. O pior é descobrir tardiamnte que meus amigos todos têm celulares de outras operadoras, o que me impede de tirar vantagens do programa de favoritos. A conta provavelmente não vai ser barata. Que puxa......

23.6.05

Breaking the habbit

Hoje, ao voltar do curso de teatro para casa, desci do ônibus e entrei numa loja de CDs. Estava namorando os dois álbuns do Linkin Park há meses. Comprar CDs é um hábito que perdi há coisa de uns dois anos, quando vendi o carro. Minha coleção de trilhas sonoras de filmes ficou desatualizada. É verdade que poucas coisas são melhores do que aumentar o som ao volante, e eu admito: não tenho muito saco de ficar escolhendo música no som do quarto. Mas como o banco - vejam isso! - depositou coisa de cinqüenta pilas na minha conta a título de "ressarcimento de CPMF" (?!), hoje resolvi fazer a festa. E agora, enquanto Meteora e Hybrid Theory enchem o ar, eu me flagelo por não ter trazido também o Fallen, do Evanescence, outra grata surpresa do Rock recente - e por recente eu quero dizer "desde que vendi o carro". Acho que vou voltar na loja amanhã. Bem, meu dinheiro está guardadinho, e comprar um veículo agora está fora de cogitação. Mas com essas novas aquisições, cresce a minha vontade de investir num .mp3 player para me acompanhar nas tardes de patinação. Ah! Eu também estou precisando de um celular novo, porque o meu virou Terry Schiavo bonito. Ceular, CDs, .mp3 player, e vá lá: um computador para compatibilizar tudo isso. Do carro, eu já disse, nem faço questão. Mas puta que pariu. Onde é que eu vou conseguir capital de giro?

20.6.05

Batman to be continued...

Finalmente um filme do Batman como um filme do Batman deve ser. Sem o depressivo excesso de negro em luto do Tim Burton, e sem as gracinhas coloridas do Joel Schumacher. O clima gótico de Gotham City - que, aliás, confere nome à metrópole - sempre foi um problema para os diretores, convenhamos. Em Batman Begins a cidade ganhou um quê de Realismo. Um complexo de favelas bastante crível foi cravado no coração do conglomerado, e a violência de rua deixa transparecer que apesar de toda a suspensão de realidade - sem a qual não existiria o cinema - se você virar uma esquina errada, pode se meter em encrenca de verdade. A direção de Christopher Nolan fez de Gotham uma cidade partida, e justamente a partir dessa dualidade, os domínios do Homem-morcego estão mais góticos do que nunca. Destaque absoluto para o elenco de primeira. Liam Neesom e Morgan Freeman estão alçando vôos precisos como... ratos alados em uma caverna escura. E Gary Oldman... ah, Gary Oldman! Quando ele aparece pela primeira vez você diz: Mas ele não tem nada a ver com o Gordon! E aí, quando o filme termina, sai convencido de que os quadrinhos deveriam ser redesenhados para acomodar a figura do ator. A parte de tudo isso, Batman em si está mais humano do que nunca, o que me agrada e muito. Ben Affleck cuspindo dentes em O Demolidor foi um exagero. Mas em Begins a fragilidade - na falta de uma palavra melhor - de Bruce Wayne, tanto física quanto psicológica, está muito bem delineada. Fragilidade que se estende à identidade secreta, sempre um assunto delicado. O filme mostra aqueles que sabem, aqueles que descobrem, e até aqueles que não querem saber. Enfim: por tudo isso e mais, Batman Begins é um filme do Batman como um filme do Batman deve ser. Cuidado quando as luzes do cinema se apagarem, porque morcegos gostam do escuro, e você nunca sabe onde um deles pode estar escondido.

15.6.05

Alô, alô, Brasília!

Tá. Até eu já estou de saco cheio das figuras e tirinhas de humor. Prometo escrever um texto decente da próxima vez. Entendam, assunto não falta, mas o tempo anda mesmo escasso. Enquanto isso, parem de reclamar. Não, eu não desisti. Eu persevero. Porque, afinal de contas, e apesar da preguiça, sou brasileiro e não desisto nunca!

13.6.05

Sem saco para escrever grandes coisas...

Essa é velhinha, mas ainda assim, bem divertida para uma segunda-feira... Clique na imagem se as letras ficarem muito pequenas na sua configuração.

9.6.05

Muita hora nessa calma!!

Você é daquelas pessoas que têm 427,985 comunidades no seu Orkut? Hummmm...

6.6.05

Mas, e se for verdade? (ou Todos os Dedos do Presidente)

E se Roberto magrinho Jefferson, na ânsia de morrer atirando, tenha de fato revelado descalabros verdadeiros da tão conturbada relação Executivo x Legislativo federais? E se o mensalão de 30 mil reais a parlamentares da base aliada foi mesmo pra valer? Será que a governabilidade nos dois primeiros anos da gestão Lula foi mais provida pelas malas pretas do Delúbio que pela competência das articulações políticas do Dirceu? Brasília ficou pequena para tantas denúncias. E olha que o Distrito Federal sempre foi grande para esse tipo de coisa. Qual o preço da Democracia? A pergunta parece cliché, mas hoje, vem de coração. Mesmo. Será que o estado de direito, como instância maior, e mesmo as liberdades individuais, necessitam inerentemente de manobras escusas para sustentarem-se? Existe transparência através da Capa Preta? É esse o Brasil, o mundo que queremos? Roberto Jefferson é o novo Mark Felt? - A que ponto chegamos... E ele nem esperou trinta anos para aparecer. A versão tupiniquim de Watergate, a meu ver, não tem o menor glamour. E esse filme eu já vi. Não gostaria de ver de novo. Não tão de perto. Decepção.

4.6.05

Aonde vamos parar?

Vejam a que ponto chega a pachorra e o descaramento de certas figuras da nossa política...
Um dos protagonistas da mais recente crise política brasileira - que vem causando dores de cabeça ao governo por ter sido acusado de participar de um esquema de propinas nos Correios, o presidente do PTB, Roberto Jefferson, disse não aos insistentes pedidos dos jornalistas que faziam plantão, na manhã deste sábado, no prédio em que reside, em Brasília. Por meio de sua assessoria, Jefferson informou que não daria entrevistas, mas surpreendeu a todos enviando, pelo porteiro, duas garrafas de champanhe e dez taças, justificando a entrega como uma cortesia aos plantonistas.
Os jornalistas não aceitaram o presente. Eles afirmaram que prefeririam ingerir a bebida na companhia do presidente do PTB. Não houve acordo e Jefferson continuou recluso em seu apartamento.
E eu fiquei sabendo que nem era champanhe francês. Era nacional...

3.6.05

Um pedido

Torçam por mim, amigos. De verdade. Possíveis novidades no front. Mas só os amigos!

1.6.05

Lá e de volta outra vez

Estréia de espetáculo, volta ao trabalho, hoje começa tudo de novo. Boa vida não pode durar pra sempre. Mas tudo bem. Eu não consigo mesmo ficar parado muito tempo... Me dá agonia. Tá certo, tá certo - uns dez dias a mais de férias não cairiam mal. Seria ótimo poder apresentar a peça e passar a tarde descansando. Não vai dar. Mas no fundo estou me sentindo bem. O espetáculo finalmente subiu - e espero que não desça mais! E é ótimo saber que mais esta estapa está para ser vencida. Merda!
Ah, sim! Quem quiser e tiver tempo: dez horas da manhã, no teatro do clube Hebraica, em Laranjeiras, até sexta-feira. A Gota D' Água, de Chico Buarque e Paulo Pontes. Eu interpretando o vilão.

30.5.05

Mas que coisa!

Tenho que admitir: nunca pensei que fosse cair nessa história de festa surpresa. Mas esse ano eu entrei direitinho... Conte com uma mulher apaixonada para fazer o seu aniversário mais feliz. Eu te amo, menina. Obrigado você existir na minha vida!!!

27.5.05

Oportunidades (?!)

Então, depois de recusar uma proposta de emprego logo no início do mês, essa semana eu dispensei um trabalho de quatro dias para TV, porque achei que seria sacanagem com um monte de gente largar de mão os ensaios da peça na CAL - com os quais, diga-se de passagem, não estou nada feliz. Daí fiquei matutando se era isso mesmo, ou se fiquei foi com medo de arriscar botar a cara na tela em horário nobre. Cheguei à conclusão sincera de que o medo leva para o lado negro da Força, e que dessa vez eu fui mesmo um cara legal, responsável e ético. Sem falsa modéstia. Só espero que Papai do Céu esteja vendo...

21.5.05

Feel the Force, motherfucker!

Então é isso... fim de papo na Galáxia Distante. A vingança dos Sith é a prova cabal de como a desatenção na direção de atores pode simplesmente acabar com momentos cruciais em um filme, transformando em risos o que deveria ser tensão. Eu também fiquei chocado com a falta de acuidade na maquiagem. Será que, com tantos efeitos especiais, os técnicos da Lucas Arts, Lucas Films e Industrial Light and Magic se esqueceram do básico, do bê-a-bá? Por que o grande vilão ficou parecendo um palhaço em alguns momentos? (...) Havia algo de errado com o Yoda também. Ele me pareceu um pouco arrogante. Mas talvez isso tenha sido proposital - assunto para mesa de bar. E os espetaculares duelos de sabre de luz que me prometeram?! Entre todos da nova trilogia, eu fico com o de Qui-Jon Gin e Obi-wan Kenobi contra Darth Maul, lá no primeiro filme, A Ameaça Fantasma. Foi sem dúvida o mais plástico, talvez porque o vilão fosse interpretado pelo próprio coordenador de artes marciais da série. Mas com toda a trucagem eletrônica possível, por que não usar dublês treinados para dar mais vida às cenas de luta? Bem... agora é tarde. Realmente uma pena.
Mas apesar de todos os defeitos possíveis e imagináveis, o extermínio dos Jedis e a corrupção final de Anakin Skywalker emocionam. George finalmente conseguiu, depois de muito flertar com isso na primeira trilogia, fazer uma digna tragédia romântica. Onde antes havia Eurípedes, agora há Shakespeare. Lucas é um incomparável contador de histórias. E mesmo com todos os senões, A Vingança dos Sith arrepia. Todo mundo sabe o que acontece, mas ver na tela... é outra coisa. The Force is strong in this one. Um agradecimento todo especial à mulher da minha vida, que se dispôs a encarar a pré-estréia comigo. Eu te amo. Sempre mais.
Praia vazia em dia de semana é bom. Mas ter o parque dos patins só pra você num ameno fim de tarde... Não tem preço. Eu quase tinha me esquecido de como é bom gastar rodinha. Quase.